quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Continua a história...



A lagoa das sete cidades – Continuação
O rei não suportava ver a filha fechada no seu quarto, chorando e suspirando, mal se alimentando, sempre em silêncio. O rei recordou o que se passara até ali.
“Primeiro eu disse à minha filha que não podia sair do castelo e que não podia ir ter com ninguém. Seguidamente, o pastor foi ao meu castelo e pediu-me a mão da minha filha em casamento. Finalmente, eu disse ao pastor que ele nunca iria casar com a minha filha”.
De estatura baixa, gorducho, com uma veste azul  e uma coroa de ouro com pedras preciosas, o rei decidiu bater à porta do quarto da sua filha e disse-lhe:
- Não chores mais! Irás ver o teu jovem amado!
- O quê? O meu jovem amado? Mas ele está aqui no castelo?
- Não, mas iremos ao local onde vocês se encontraram pela primeira vez.
E dito isto, o rei e a princesa foram ao vale onde o pastor estava a pastar o seu gado. Era um vale muito húmido, com erva verde escura, árvores que faziam uma sombra agradável quando havia dias de muito calor. Quando o pastor viu a princesa, abraçou-a com uma enorme alegria.
Com a aceitação do rei, eles finalmente puderam-se casar e viveram felizes durante muitos e muitos anos.
Podemos dizer que o amor nunca pode ser travado por qualquer força. O amor é sempre mais forte.

Pedro Soares, n.º 14 - 7.ºF
(E.B./S. de Cabeceiras de Basto)

Ora vejam lá se adivinham...

Qual é coisa qual é ela que tem capa mas não é super-homem, tem folhas mas não é árvore, tem orelhas mas não é gente e é surdo mas conta tudo?

Qual é o cúmulo de um cocktail?

Onde é que se encontra sempre a felicidade?

Onde é que as mulheres têm o cabelo mais encaracolado?

Diana Freitas nº 8
Diana Oliveira nº 7
Eduardo Barreto nº 9
Andreia Costa nº 5
(8.º D - E.B./S. de Cabeceiras de Basto)

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Para rir...



Depois da reunião o pai chega a casa e diz ao filho:
-A tua professora já me deu aulas!
-Eu sei - respondeu o filho.
-Ela nunca disse nada sobre mim?
-Disse! Ainda ontem ela disse: ”Pareces o palerma do teu pai!”



A mãe entra no quarto do seu filho e fica espantada por vê-lo a comer em frente ao espelho:
-Pedrinho? Por que é que estás a comer esse chocolate em frente ao espelho?
-Então, mamã, não é óbvio? Assim parece que estou a comer a dobrar.



-Como todos os meninos sabem, os nomes podem variar em género, tempo e modo. Por isso quando eu digo “o pão” que género é?
-É um género de primeira necessidade.
-Não percebeste nada! Vamos falar de tempo. Se eu disser “Choverá amanhã” que tempo é?
-Não sei, o tempo anda muito incerto.
-Nada, não percebes nada! Vejamos outro exemplo, “os deputados discursam” que tempo é?
-Tempo perdido senhor professor.



Beatriz, Pedro, Patrícia e Sara - 8.º D
(E.B./S. de Cabeceiras de Basto)

Provérbios e ditos muito usados na nossa terra...



·      Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.

·        Deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer.

·        Quanto mais me bates mais eu gosto de ti.

·        Cão que ladra não morde.

·        Em casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão.

·        O que é achado, não é roubado.

·        Quem conta um conto acrescenta um ponto.

·        Quem semeia ventos colhe tempestades.

·        Quem tudo quer, tudo perde.

·        Calças brancas em janeiro é sinal de pouco dinheiro.

·        Amor com amor se paga.

·        Amigos, amigos, negócios à parte.

·        Quem te avisa teu amigo é.

·        Quem vai à guerra, dá e leva.

·        Quem não arrisca, não petisca.


Ana Beatriz, nº1
Ana Oliveira, nº2 
Andreia Gonçalves, nº 3
Andreia Barroso, nº4  (8.ºD - E.B./S. de Cabeceiras de Basto)










Criação de um Mito... Uma terra plana num mundo redondo.

-O MITO-
-O que eles sabiam?

Na idade média, a visão e o conhecimento dos europeus acerca do mundo era bastante limitado.
As populações não tinham noção da representação do mundo, os mapas feitos na altura eram muito imprecisos e quase todos completamente incorretos. E também o desconhecimento da  geografia dava lugar a descrições fantasiosas de locais e à imaginação de "montros" inexistentes.
Ao longo dos anos as pessoas foram adquirindo mais conhecimento e cultura acerca do desconhecido, que por sua vez deixou de o ser, e também acerca da posição geográfica do nosso planeta.




 

Trabalho realizado pelos alunos do 8.º D:
Fabrícia Mota nº11
João Teixeira nº12
José Teixeira nº13
Margarida Ramos nº14


(E.B./S. de Cabeceiras de Basto)

Dá rumo à história II...



       Era uma vez um homem que vivia no campo, o misterioso Simão. Gostava de vaguear pelos campos e pela floresta e estava especialmente atento aos animais, que conhecia como poucos. Simão era visto pelos vizinhos como uma pessoa estranha e nem os passarinhos, que abundavam naquela zona, poisavam na sua cabana para recuperar o fôlego. Os animais estavam, inclusivamente, a desaparecer a olhos vistos. Os populares reuniram-se e confrontaram Simão à saída da floresta, mas ele nada revelou. 
      Simão tornou-se um homem totalmente solitário, pois já não confiavam nele. Na aldeia vive-se um ambiente de inquietação e os animais continuam a desaparecer misteriosamente…

Paulo, n.º 21 e António, n.º 4 - 7.ºA
(E.B./S. de Cabeceiras de Basto)

Dá rumo à história I...

Era uma vez um homem que vivia no campo, o misterioso Simão.
Gostava de vaguear pelos campos e pela floresta e estava
especialmente atento aos animais, que conhecia como poucos.
Simão era corajoso, honrado e um defensor dos que de ajuda
mais necessitavam. A sua cabana estava rodeada por animais que
nela viam um abrigo acolhedor. Todavia, um dia, os animais
começaram a desaparecer. A população questionava-se:
-Emigraram para outras paragens?
O que é certo é que inúmeras espécies tinham desaparecido
quase totalmente. A população começou a suspeitar de Simão e
decidiu agir. Todavia, a polícia nada podia fazer.
Uma nova personagem chegou à nossa narrativa- um individuo
de descontraída aparência, mas com um olhar da águia, que logo
desconfiou de Simão. Por isso, escondeu-se perto da casa de
Simão. Assim que este saiu, o detetive entrou e o que viu nunca
mais foi esquecido… Por todo o lado, olhos vidrados encaravam-
no sem sequer pestanejar: javalis, aves de rapina, entre outros animais 
embalsamados!
A sua suspeita estava correta: Simão era um caçador furtivo!
Porém, o caçador tinha sido apanhado e preso para pagar pelos
seus crimes. Finalmente, o bosque e os animais puderam respirar
de alívio. 


(Mara Nº13 7ºF; Rodolfo Nº16 7ºF)
(E. B./S. Cabeceiras de Basto)



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