quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Olá,
somos o 8.º G, a melhor turma do mundo. A nossa é sempre a melhor... certo?!
A nossa professora de Português mostrou-nos o que é um blogue e, então, aqui estamos nós no "dar vida às palavras".
Bom ano letivo para todos.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

O anúncio do 8.ºH

Somos uma turma da escola Básica e Secundária de Pinheiro - Penafiel que quer anunciar a todos aqueles que lerem esta mensagem, que ela está a ser escrita durante uma aula de Português, em que estamos a trabalhar os textos dos media e, por isso, estamos a ver o que é um blogue.
Nesta aula há um aluno em particular que está muito "CHATINHO"...

sábado, 6 de outubro de 2012

Gostamos... Não gostamos...

Gostamos de pessoas originais, principalmente aquelas que têm ideias próprias, pessoas criativas digamos. Adoramos fotografia, principalmente de captar todo o permonor e de as tirar quando as pessoas estão distraídas, pois nem sempre as fotos com pose são as melhores.
Gostamos de música calma e com letras que façam sentido e também gostamos um pouco de música violenta, ou seja, gostamos um pouco de tudo.
Eu gosto de arte, adoro desenhar, eu não gosto de uma coisa nem de outra. Adoramos moda e de ir ao shopping comprar a nova coleção.
Gostamos de ver televisão, ver séries como : CSI, the vampire diares, prision break etc... Gostamos de jogar pc e basket. Eu gosto de jogar futebol, eu não gosto.
Não gostamos de insetos nem de reptéis, pois incomodam-nos bastante. Não gostamos de despedidas, nem que nos corrijam, porém deviamos aceitar isso porque a errar é que se aprende.
Por fim, não gostamos de atrasos quando combinamos um encontro com alguém, e não gostamos de faltas de respeito.

Trabalho realizado pelas alunas da EB/S de Pinheiro - Penafiel
Joana Margarida e Sofia Neves (10.ºB)
Gosto... Não Gosto...
 
Gosto do silêncio, porque me acalma a mente. Não gosto da solidão. Gosto de presentes, porque me sinto feliz. Não gosto de amar, sem ser amada. Gosto da água e do azul. Não gosto de algazarra. Gosto de exercício físico, porque quero cuidar de mim. Não gosto do mar, porque ele é imenso. Gosto do frio, porque me sinto aconchegada. Não gosto de esperar .Gosto de comer junto à lareira. Não gosto da chuva porque me sinto intrigada. Gosto de esclarecer e ser esclarecida. Não gosto da ignorância. Gosto de ajudar e ser ajudada. Não gosto de sentir medo, porque pareço fraca. Gosto de passear junto ao mar. Não gosto de ser acordada. Não gosto de mentiras, porque me sinto enganada. Gosto de música, porque é com ela que me identifico.

Texto produzido pelas alunas da EB/S de Pinheiro - Penafiel:
Joana Bastos e Vanessa Ferreira (10.ºB)

segunda-feira, 18 de junho de 2012

O meu ídolo



O meu ídolo é …, na verdade não sei, nunca pensei nisso, mas acho que o meu ídolo é toda a gente. Sim, toda a gente porque eu tento imitar as qualidades de todos, evito os defeitos (já chegam os meus) e o mais importante de tudo, quando preciso daquela força, daquele empurrãozinho, assim “passa de empurrãozinho a empurrarão”.

Imito as qualidades: não é uma tarefa fácil, até porque com tantas pessoas no meu mundo…, mas com o dom da observação que eu tenho, tudo é possível. Primeiro tento identificar as qualidades dos outros, depois ver se é possível “encaixá-las” em mim, e, por fim, só me resta ser flexível às novas qualidades.

Evito os defeitos: como é mais fácil vermos as falhas e as imperfeições dos outros, eu observo-os e reparo nos seus defeitos, desta forma penso se também eu sou assim, se for tento melhorar.

A força, aquela que nos ajuda a superar os momentos mais difíceis, essa todos ma dão, mas pensando bem, há duas pessoas especiais, a minha mãe e o meu pai. Eles têm um dom especial, é quando eu penso neles, no quanto eles se esforçam por mim, aí é impossível explicar, parece que me carregam as energias. Aí eu alcanço os meus objetivos e supero-me a mim mesma.

Mas, afinal, o que é um ídolo? Eu penso e penso e ainda não sei bem, talvez haja alguém que me ajude tanto e eu não sei. É uma incerteza, toda a gente ou haverá alguém especial, alguém capaz de me ajudar sem eu dar por isso.

Márcia Oliveira, 7.ºB

Segredos de Amigos



ATO I

Narrador: Como todos os dias o Joel foi esperar a Anabela a casa para irem juntos para a escola.

Anabela: Já estou pronta! (abraça o Joel)

Joel: Ótimo! Já podemos ir.

Narrador: Durante o caminho, Anabela e Joel recordavam os tempos em que eram apenas duas crianças felizes.

Joel: Lembras-te quando íamos jogar às escondidas na praia? (sorriu ao lembrar-se dessa recordação)

Anabela: Lembro pois!

Narrador: Passado algum tempo e várias recordações lembradas, chegaram à escola.

Ao chegar à escola, dois rapazes mais velhos vieram ter com Joel.

Joel: Anabela… Olha, vai para o bar. Eu já vou ter contigo… (beijou a testa da Anabela e ela foi)

Narrador: Pobre Joel! Já sabia o que ia acontecer… Acompanhou os rapazes e quando chegou ao bar, rezou para que a Anabela não percebesse o que lhe acontecera.

Anabela: Joel! (saltou para os seus braços e beijou a sua face)

Narrador: E foi nesse momento que a Anabela percebeu que o seu amigo esteve a chorar.

Anabela: O que é que tens? Que aconteceu?

Joel: Não é nada, princesa, não te preocupes!

Anabela: Está bem… Ó Joel, no final das aulas tenho de te contar uma coisa.

Joel: Depois vamos para casa e tu contas-me.



ATO II

Narrador: As aulas correram como sempre e, no final, a Anabela foi para casa esperar o Joel. Já em casa, Anabela olhava para a janela impacientemente. Finalmente, Joel chegou! Mas Anabela logo o viu com uma rapariga da turma dele. Anabela viu-os a falar, mas a rapariga começou-se a aproximar muito do Joel. Ela não queria acreditar! Anabela acabara de ver aquela rapariga a beijar o seu amado! Deitou-se na cama e chorou como nunca tivera chorado.

Joel: Princesa, já cheguei! Já me podes contar.

Anabela: Desaparece daqui! Eu não te quero ver! (Joel senta-se na cama à beira de Anabela e está prestes a contar o seu maior segredo)

Joel: Anabela tenho de te contar uma coisa terrível. Lembras-te daqueles rapazes que vieram ter comigo hoje? Bem, eles… eles batem-me, roubam-me o dinheiro e gozam comigo! Foi por isso que eu hoje estava com os olhos vermelhos. Foi de ter chorado… E já agora, conto-te porque é que ando sempre com camisolas de manga comprida… (levanta as mangas e Anabela vê os seus pulsos com marcas)

Anabela: Tu… tu cortas-te?! (Joel apenas baixa a cabeça)



ATO III

Narrador: Anabela sai do quarto a correr e vai para a praia. Ah, a praia! De certeza que a ia acalmar. (Senta-se na areia e limpa as lágrimas do rosto. Joel chega por trás dela, pois veio a segui-la desde casa. Senta-se à beira da amiga)

Joel: Não queria que soubesses assim…

Anabela: Saber o quê?! Que namoras? Que te cortas?

Joel: Que namoro? (solta uma risada)

Anabela: Sim… Eu vi-te aos beijos com aquela rapariga.

Joel: Com a Francisca?! Princesa, eu não namoro com ela! Ela beijou-me e aquele beijo passou-me indiferente. Não vai alterar aquilo que eu sinto por ti…

Anabela: O que é que tu sentes por mim?

Joel: Eu amo-te! Desde que me lembro… Quero passar o resto dos meus dias contigo! Quero ser feliz contigo e fazer-te feliz!

Anabela: Como é que me provas isso?

Joel: Lembras-te quando juramos um ao outro que quando amássemos alguém de verdade tínhamos de gritar ao mar? Então, olha: (Joel vira-se para o mar e grita) EU AMO A ANABELA RODRIGUES!

(Anabela, surpreendida e completamente feliz, salta para os braços do Joel e beija-o apaixonadamente)

Anabela: Sabes há quanto tempo anseio por este momento? Há 3 anos!

Joel: Amor, eu anseio há 4. (dito isto, beija-a)

Narrador: Isto sim, é um final feliz! Podem ter passado por muita coisa, mas cumpriram o seu objetivo: ficarem sempre ao lado um do outro!



FIM!



Texto dramático produzido na disciplina de Língua Portuguesa pelas alunas Telma Pereira ( n.º 24) e Nádia Pinto (n.º 26), do 7.ºA

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Se eu fosse uma das cores do arco-íris...

Se eu fosse uma das cores do arco-íris...

Se eu fosse o vermelho

Uma cor do arco-íris ia ser

Tão quente e bonito

Que até ia doer.



Se eu fosse uma cor

Ao arco-íris queria pertencer

Mas só quando houvesse chuva e sol

É que eu ia aparecer.



Se eu fosse o amarelo

A cor do sol ia ter

Seria a terceira cor

Que o arco-íris ia conter.



Se eu fosse o arco-íris

Privilegiado ia ser

As minhas cores preferidas

Eu ia ter.



Se eu fosse o arco-íris

Várias cores iria possuir

Tanta gente as ia querer

Que eu até tinha de fugir.



Se eu fosse o arco-íris

Só com sol e chuva ia aparecer

São as coisas que mais admiro

Porque só elas me fazem viver.


Trabalho realizado por:
José Pedro Pacheco Nº16 8ºE
Escola Básica e Secundária do Pinheiro